
“ O preto é igual ao branco, o pobre não é menos que o rico, ou o doente não pode ser descriminado e sim acarinhado.” Não é esta a realidade! São frases correctas, mas que muitos não o sentem realmente, dizem-no porque “fica bem”.
Tenho momentos que dou por mim a interiorizar e imaginar-me na vida de outras pessoas, a fim de tentar perceber os seus sentimentos, sofrimentos e frustrações.
Como é cruel para algumas pessoas que além de a vida não lhes ter corrido bem, por problemas vários, ainda terem de passar por situações de exclusão da sociedade como de bichos se tratasse. É um problema muito grave e que deveria ser um assunto insistentemente discutido pelos governantes. É um problema que deveria tocar realmente na moral dos cidadãos, não só na época Natalícia, como é habitual, mas todos os dias do ano.
Será correcto passarmos na rua com o nosso filho e dizermos: “Vês filho é um mendigo, pobrezinho, coitadinho”. Ajudará isto em algo o “coitadinho”? Muitos, nem um simples bom dia ou boa tarde tem direito! Seria correcto parar e explicar ao nosso filho que a vida não são apenas sonhos e ilusões, o que vê é uma realidade e que não pode acontecer!
A senhora, quando olhar para a primeira montra, apaga da memória o sentimento solidário e esquece o problema. Para o seu filho (futura sociedade), o mendigo apenas existe, “coitadinho”.
Tenho momentos que dou por mim a interiorizar e imaginar-me na vida de outras pessoas, a fim de tentar perceber os seus sentimentos, sofrimentos e frustrações.
Como é cruel para algumas pessoas que além de a vida não lhes ter corrido bem, por problemas vários, ainda terem de passar por situações de exclusão da sociedade como de bichos se tratasse. É um problema muito grave e que deveria ser um assunto insistentemente discutido pelos governantes. É um problema que deveria tocar realmente na moral dos cidadãos, não só na época Natalícia, como é habitual, mas todos os dias do ano.
Será correcto passarmos na rua com o nosso filho e dizermos: “Vês filho é um mendigo, pobrezinho, coitadinho”. Ajudará isto em algo o “coitadinho”? Muitos, nem um simples bom dia ou boa tarde tem direito! Seria correcto parar e explicar ao nosso filho que a vida não são apenas sonhos e ilusões, o que vê é uma realidade e que não pode acontecer!
A senhora, quando olhar para a primeira montra, apaga da memória o sentimento solidário e esquece o problema. Para o seu filho (futura sociedade), o mendigo apenas existe, “coitadinho”.

Bons sentimentos num mundo cada vez mais triste. A sua filha vai ter um bom pai.
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